segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

that evening

Aquela tarde de esplananço espontâneo, acompanhado pelo Sol que raiava bem lá no alto, fez-me recordar aquela outra bela tarde invernosa e gélida que se prolongou até à noite. Raquel, a noite e as ervas - as árvores que custaram a sair. Estava um frio de rachar, não sentia os dedos dos pés, tinha as pernas dormentes e as mãos imóveis. Quando me levantei pensei que ia cair para o lado imediatamente, tal era o estado do meu corpo passadas aquelas horas todas ao frio. Mas soube tão bem. Não há palavras para descrever a sensação calorosa, por dentro, de estar ali sentada a tarde toda a ler coisas, a conversar, a rir com as coisas mais parvas de sempre, a ver as pessoas chegar e ir embora, novas pessoas a sentarem-se connosco, novas conversas a chegarem, novos segredos a serem revelados. Era tão bom que todos os dias pudessem ser assim. E aquela tarde fez-me lembrar essa outra tarde maravilhosa, desta vez acompanhada por um dia de Inverno bastante ameno e agradável. Estavam lá as conversas e as pessoas, as ervas e tudo o mais. Até se pode dizer que só faltava o frio terrível do outro dia, para lhe dar um clima ainda mais especial :)
P.S. - Quero uma cena das bolhas do chinês.

2 comentários:

Rosa Branca disse...

Coisinho de Bolinhas, Coisinho de Bolinhas! xD

SusanaPacheco. disse...

Ainda bem que temos essas tardes de frio mas com muito calor no coração, junto dos nossos queridos amigos!