Aquela tarde de esplananço espontâneo, acompanhado pelo Sol que raiava bem lá no alto, fez-me recordar aquela outra bela tarde invernosa e gélida que se prolongou até à noite. Raquel, a noite e as ervas - as árvores que custaram a sair. Estava um frio de rachar, não sentia os dedos dos pés, tinha as pernas dormentes e as mãos imóveis. Quando me levantei pensei que ia cair para o lado imediatamente, tal era o estado do meu corpo passadas aquelas horas todas ao frio. Mas soube tão bem. Não há palavras para descrever a sensação calorosa, por dentro, de estar ali sentada a tarde toda a ler coisas, a conversar, a rir com as coisas mais parvas de sempre, a ver as pessoas chegar e ir embora, novas pessoas a sentarem-se connosco, novas conversas a chegarem, novos segredos a serem revelados. Era tão bom que todos os dias pudessem ser assim. E aquela tarde fez-me lembrar essa outra tarde maravilhosa, desta vez acompanhada por um dia de Inverno bastante ameno e agradável. Estavam lá as conversas e as pessoas, as ervas e tudo o mais. Até se pode dizer que só faltava o frio terrível do outro dia, para lhe dar um clima ainda mais especial :)
P.S. - Quero uma cena das bolhas do chinês.

2 palavras:
Coisinho de Bolinhas, Coisinho de Bolinhas! xD
Ainda bem que temos essas tardes de frio mas com muito calor no coração, junto dos nossos queridos amigos!
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