domingo, 30 de janeiro de 2011

so true *.*

"Only once in your life, I truly believe, you find someone who can completely turn your world around. You tell them things that you’ve never shared with another soul and they absorb everything you say and actually want to hear more. You share hopes for the future, dreams that will never come true, goals that were never achieved and the many disappointments life has thrown at you. When something wonderful happens, you can’t wait to tell them about it, knowing they will share in your excitement. They are not embarrassed to cry with you when you are hurting or laugh with you when you make a fool of yourself. Never do they hurt your feelings or make you feel like you are not good enough, but rather they build you up and show you the things about yourself that make you special and even beautiful. There is never any pressure, jealousy or competition but only a quiet calmness when they are around. You can be yourself and not worry about what they will think of you because they love you for who you are. The things that seem insignificant to most people such as a note, song or walk become invaluable treasures kept safe in your heart to cherish forever. Memories of your childhood come back and are so clear and vivid it’s like being young again. Colours seem brighter and more brilliant. Laughter seems part of daily life where before it was infrequent or didn’t exist at all. A phone call or two during the day helps to get you through a long day’s work and always brings a smile to your face. In their presence, there’s no need for continuous conversation, but you find you’re quite content in just having them nearby. Things that never interested you before become fascinating because you know they are important to this person who is so special to you. You think of this person on every occasion and in everything you do. Simple things bring them to mind like a pale blue sky, gentle wind or even a storm cloud on the horizon. You open your heart knowing that there’s a chance it may be broken one day and in opening your heart, you experience a love and joy that you never dreamed possible. You find that being vulnerable is the only way to allow your heart to feel true pleasure that’s so real it scares you. You find strength in knowing you have a true friend and possibly a soul mate who will remain loyal to the end. Life seems completely different, exciting and worthwhile. Your only hope and security is in knowing that they are a part of your life."

Bob Marley

P.S. - o stumble fez o favor de me encontrar isto e foi amor à primeira vista, tive de partilhar!

R crazy IIII (blue e thank yous)

P.P.P.S. - Obrigada pela histeria conjunta às três da manhã relativamente ao return dos míticos Blue às luzes da ribalta :P É a curtain, é a one love, é a minha amada guilty, é a obcessão pela breath easy, é a panca de advogada pela all rise, é a paixão pelo Lee e tudo o resto. Traz-me recordações de outros tempos, daqueles longos intervalos no degrau da sala de teatro a ouvir o best of em repeat com as pessoas que aqueciam muito o coração na altura. De decorar os dossiers escolares com os posters da bravo e uma imagem gigante do Lee vestido de azul, de guardar tudo o que era Blue e chegava às mãos, de respirar a if you come back, de sentir a bubblin a sair pelos poros, aaaaaaaaaaah. De falar com a Martinha ainda antes de chegar à fequeche e partilhar com ela toda esta vivência de Blue (e agora a histeria do regresso!), e de ela me dizer que ia levar o best of para ouvir numa viagem de carro (coisa que também tenho de fazer no meu foxie, ainda por cima agora que ando a ganhar a prática outra vez :P e gostando de cantar a conduzir como gosto!). Mesmo antes de ser oficial nas lides ef'ianas, tive de partilhar contigo esta notícia e estes pormenores fantásticos da febre que durou... sei lá, alguns anos da nossa adolescência, lá para os 5º e 6º anos x) E agora este regresso, cinco anos depois de nos terem dado a pior new de sempre com o fim da banda - e apesar de o simon ter tido success, de o lee ter tido aquelas músicas f'finhas no início e de o duncan ter aquela balada-dueto com a moça unknown -, é tipo a bomba que se precisava na eurovisão (já nem queremos saber dos homens da luta para nada). Um grande avé para os blue que ao contrário de entristecerem a nossa adolescência, lhe deram um brilho muito característico e lamechas :P

PPPPP(infinitos Ps!). S. - Obrigada pela ceninha das bolhas do chinês *.*

----> uma rosa blue para ti!

R crazy III

Há pessoas um bocado precipitadas, que enfim, talvez gostem mais de sensações do que propriamente de o que acham que gostam. E os optimismos exagerados também não ajudam nada e só chateiam. Claro que tudo isto em épocas de menor bom humor e cenas dessas ainda vêm mais à superfície. Mas claro também que todas estas partes boas dos nossos dias se sobrepõem a quaisquer outras que nos deixam mais pensativos. Daí fazermos pausas computeiras e mac'ianas para trabalhar e pesquisar coisas giras x) E descobrir cenas do estilo: as pessoas que gostam de ver o não-oficial espalhador de vestuário (nem com acordo ortográfico, avé!) pesquisam 'raquel multilada' para lá chegar. Um mix muito creepy que já levou a interpretação de "mutilação em vários lados, por ser multi"... ainda assim não deixo de rir à gargalhada com este facto :P
O magricela pode ter uma boca ainda pior que a da MMG (e aquela noiva esquisita que se estava a fazer ao padrinho british giro e vice-versa), mas ele não diz publicamente que adora ciganos e malucos - a sinceridade é louvável (mas também é a única coisa, porque tem a sua piada)! Mas por falar em pesquisas na internet e tal, não há melhor que o stumble para se descobrir as maiores pérolas de sempre, como o Family Feeeeeeeeeeeud! Ficamos a saber que depois de morrermos tanto podemos apodrecer como tornar-nos fantasmas (e se formos tipo Casper ainda melhor, LOL, f'finhossssss <3). No entanto, há um senão: a Rosa diz que é o melhor computador que existe para mim, o que me deixa em dúvida... deverei vender o meu mac e contratar-te a tempo inteiro?
Olha que não me importava nada... vinhas viver cá para casa e fazer festas à cadela a toda a hora x) Podíamos ter aquelas conversas psicológicas, todas e mais algumas, e rir com as coisas mais parvas - e íamos esplanar mais um bocadinho com o grupo de friends fixolas (numa esplanada que não é no telhado!), e íamos ao ccb quando estivessem lá mais exposições fófis, e íamos à gulbenkian visitar os patinhos, e íamos ainda à baixa comprar mais postales e passear *.* Achas que pode ser? Traz a teia contigo (aquela que tu sabes - as relationships obscuras entre as pessoas também são tão awesome) e somos todos felizes ever after em lisbon city. E depois vamos fazendo umas trips à terra das oliveiras e do hospital para visitar a family e o futuro rabbit president (de qualquer coisa!) :P porque as despedidas são sempre o que custa mais :( mas fico à espera dos próximos episódios desta loucura das pessoas com o nome começado pela letra R, soooooooooon :D
P.P.S. - já me tinha mesmo habituado à tua companhia, agora é muito estranho! mas sabes que estás aqui <3

R crazy II

Ao hibridismo junta-se o omnivorismo das pessoas - que comem tudo, carne e peixe, fêmeas e machos, vai tudo a eito, não há discriminação! O que está relacionado com o polilove, uma coisa belíssima - há uma omnivoridade (LOL) intrínseca nestas modernices que nos chegam aos ouvidos agora. Já para não falar dos buracos negros e das semelhanças que a história deles têm com algumas situations bem reais (teoria partilhada com a Rosa e o discovery, que teve um papel fundamental no desenvolvimento da cena toda): porque os buracos negros (sobretudo os supermassive black holes do belo do Matt!) comem tudo o que lhes aparece à frente, tudo o que mexe, tudo o que lhes vem à rede, são verdadeiramente omnívoros, e não hesitam em comer-se uns aos outros também, quando se justifica... aliás, deve ser bastante comum, tendo em conta as características uns dos outros. O quasar é aquele momento solitário dos black holes, quando se comem a si próprios (ahahah), e o facebook dos buracos negros permite a comunicação entre eles e a partilha de comes e bebes.
Pegando nisto e na teoria da anatomia do corpo humano formulada in esplanada da fequeche, o mundo é todo feito de buracos, na sua essência, e estes buracos são verdadeiros abismos, não têm fim. Bonito, não é? Profundo *.* Mas gostei também de ter conhecimento da Teoria do Ucal (de despejar leitinho para um copo ou para o outro, e tal e tal) e da Teoria do Naperon People (uma grande verdade enunciada pela nossa querida moça com nome de flor ("o meu vestido azuuuuul perdeu a cor!"), com pessoas que não são o que são e etc e tal). Por falar em flor, aquele rap da floribella dava mesmo para concorrer ao festival da canção, pena não teres conhecido a tua alma gémea Inês antes do final do prazo!
Conhecer o magricela também foi um momento alto da tua estadia (e pedir-lhe um autógrafo para o Sr. Manuel que nem o deve conhecer xD), espero que com ele consigas chantagear os friends relativamente a um rolo de carne decente :P Pau do algodão doce, passar entre as redes do trapézio e outras piadas fizeram parte da madrugada passada a atirar arroz e pétalas artificiais aos noivos e principalmente aquele adorado balde de lixo, acompanhado por toda a efusividade da rosinha (não relacionada com outra rosinha person, awesome segundo o mesmo júlio césar que falou do pato e da mãe-natureza!). Coisas que se capturaram nestes dias dias de convivência.
P.S. - o Castelo Branco não é uma pessoa awesome, por mais visionária que seja :P

R crazy I

Cinco dias de Ritices em Lisbon <3 Esta cena da distância é sempre uma chatice, mas vai sendo compensada por estes encontros de vez em quando. E são dias de loucura em que se sofrem influências das psicologias e das inúmeras teorias parvas e curiosas :P
Começamos com patos gulbenkianos que comem a mãe-natureza numa relação incestuosa e muito estranha, e com comentários do estilo 'eu nunca sei o sexo do pato da minha mãe'... isto para quem adora arroz de pato torna a coisa um bocado weird a partir de agora. Ver as vistas e lavar os olhos também é sempre bom numa viageeeeeeem, e tens razão, aquele brilhozinho é especial é tipo uma aura engraçada, mas pá, o refinamento que exige dá um bocado de trabalho, só nos resta esperar mais um tempinho e ver o que a coisa dá LOL. Estas férias andam a fazer-te mal à cabeça, andas paradinha do cérebro, andas! (expressão mais repetida dos últimos dias).
Se esplanar na fequeche é mítico, praiar no terreiro é assim algo de ainda mais épico! principalmente com chuva :P E lembro-me do oásis no deserto - qual luz no deserto, ahah -, mas aquelas ravinas das quais atiramos pessoas que não gostamos são o melhor soporífero (vá, as nossas talks nocturnas eram mais profundas e interessantes, sobretudo a primeira, bué sentimentalona!). E por falar em coisas nocturnas, nós temos uma relação muito híbrida, com saltinhos na cama e tudo! LOL gozar com as pessoas é sempre tão nice.
Os livros ensinam-nos muita coisa, não é? Por exemplo que há Noras fixes (tipo a Jones e o Chico, ahahahah), e outras menos fixes (tipo a Roberts, que só põe beijos nos livros que é uma coisa louca, aquilo é só beijos e cenas) - mas tenho a dizer que aqueles espaços de leitura são fantásticos. As novelas também ensinam imenso, como pessoas que deviam aprender a montar com a idade (?), e relações maravilhosas entre velhas e rapazes novitos. Coisas híbridas que são o máximo x)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

that evening

Aquela tarde de esplananço espontâneo, acompanhado pelo Sol que raiava bem lá no alto, fez-me recordar aquela outra bela tarde invernosa e gélida que se prolongou até à noite. Raquel, a noite e as ervas - as árvores que custaram a sair. Estava um frio de rachar, não sentia os dedos dos pés, tinha as pernas dormentes e as mãos imóveis. Quando me levantei pensei que ia cair para o lado imediatamente, tal era o estado do meu corpo passadas aquelas horas todas ao frio. Mas soube tão bem. Não há palavras para descrever a sensação calorosa, por dentro, de estar ali sentada a tarde toda a ler coisas, a conversar, a rir com as coisas mais parvas de sempre, a ver as pessoas chegar e ir embora, novas pessoas a sentarem-se connosco, novas conversas a chegarem, novos segredos a serem revelados. Era tão bom que todos os dias pudessem ser assim. E aquela tarde fez-me lembrar essa outra tarde maravilhosa, desta vez acompanhada por um dia de Inverno bastante ameno e agradável. Estavam lá as conversas e as pessoas, as ervas e tudo o mais. Até se pode dizer que só faltava o frio terrível do outro dia, para lhe dar um clima ainda mais especial :)
P.S. - Quero uma cena das bolhas do chinês.

fall

Esta noite pensei em pessoas para atirar da ravina abaixo. São sempre decisões difíceis... principalmente aquelas pessoas de quem não gostamos, que nos vêm mais à cabeça nesta altura. Será que as atirava com força, ou será que, por mais que não goste delas, as acabaria por salvar de um fim terrível? São questões insolúveis, só saberíamos efectivamente se chegássemos a essa situação. Por outro lado, é reconfortante pensar que há um conjunto de pessoas que nem hesitaria, que procuraria a todo o custo salvar, ainda que estivessem cinco ou seis penduradas e só pudesse salvar uma ou duas. De certeza que arranjaria uma solução para as salvar a todas, ou então atirava-me da ravina também, porque não valeria a pena viver num mundo em que elas não existissem mais. Acaba por ser um exercício bastante interessante, embora talvez não o recomendasse para quando estamos na cama a tentar adormecer. Para esse momento em particular, sempre temos os pensamentos sobre a vida futura, sobre os nossos sonhos e desejos, o que queremos ser na vida e o que queremos fazer dela, um dia. Quem sabe se não estão ambos interligados. Afinal de contas, as pessoas que os compõem acabam por ser as mesmas que compõem a nossa vida passada e presente, por isso podemos pensar em atirar da ravina pessoas que não queremos ver mais à frente no futuro. Ok, há aqui alguma maldade pelo meio, e algum *não-tenho-nada-para-fazer* próprio das férias, talvez. Mas pensai nisso.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

two

Vem-me à cabeça aquela coisa das duas faces, do olhar para cima e para baixo, dos opostos. És feito de contradições, de dilemas, de situações com possibilidades binárias, sim ou não, isto ou aquilo, branco ou preto, aqui ou ali. És as duas faces da mesma moeda, em simultâneo; és o copo meio vazio e o copo meio cheio sem te aperceberes de que é impossível ser um sem ser o outro. Olhas para cima e vês algo ou alguém que merece respeito e cuja vontade deves procurar cumprir, mas olhas para baixo e consegues sentir-te o dono do mundo, sabes que o que ou quem agora vês te deve respeito e vontade também. És inferior quando és superior, em consonância, como se estes opostos se atraíssem como cargas eléctricas contrárias. És tudo ou és nada, e muitas vezes és ambos, porque tudo na vida é feito de opostos, e estes opostos são mais semelhantes ao que se opõem do que parece à primeira vista. Por isso não ligues quando te disser que não gosto de ti, que nos devemos afastar para sempre, porque a linguagem é traiçoeira e só mostra o que pretendemos que venha cá para fora, ignorando o que está cá dentro e se guarda a sete chaves. E por isso, quando ouvires dizer que algo é impossível de concretizar, ignora simplesmente quem to disser. Porque é tão provável ser impossível quanto possível. Porque pode ser possível e impossível ao mesmo tempo. Porque tudo é paradoxal e por vezes a verdade engana. Porque precisas sempre dos dois lados da moeda para desafiar a sorte.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

life's a romance

A vida é um romance, constante, contínuo, é só amor a voar de um lado para o outro, sempre a rodear-nos, a fazer-nos olhar para a direita ou para a esquerda. Somos movidos pela paixão, pelas pessoas que nos atraem, pelo que as queremos fazer sentir e pelo que elas nos fazem sentir cá dentro. A vida é uma relação amorosa, ou um conjunto delas, melhor dizendo, com maior ou menor intensidade. Tudo o que fazemos, dizemos, escrevemos, acreditamos, defendemos, é por amor. Nada na vida existiria sem amor. Amor pelos outros, pelos amigos, pelas pessoas de quem gostamos no sentido amoroso, pela família, pelas coisas. Se não for por eles, para quê viver? Somos seres que precisam uns dos outros para sobreviver. Precisamos das pessoas e sobretudo das relações que estabelecemos com elas. Precisamos do contacto, da compaixão, do carinho. Precisamos de dar e receber, de estar com elas, de experienciar em conjunto, porque isoladamente não somos nada nem ninguém. Precisamos constantemente uns dos outros, e precisamos constantemente de amor, porque a própria vida é amor da cabeça aos pés. Há quem diga que somos o que comemos, o que pode estar correcto do ponto de vista biológico, mas a verdade é que, psicológica e socialmente, somos quem amamos ao longo da nossa vida. Somos influenciados pelas pessoas que se encontram perto de nós, que nos amam de verdade; aprendemos com elas e autonomizamo-nos, mas ficamos sempre presos a elas, às primeiras experiências, à sua influência. E quem diz que a autonomia não exige também a sua quota-parte de relações e de amor pelos/dos outros (até mais, quem sabe?)?. A vida é um autêntico romance, do início ao fim. E nós não somos mais que seres gregários que precisam de comunicar e de se apaixonar a toda a hora pelas pequenas coisas da vida. Somos seres feitos de paixões, tudo o que fazemos é por amor a algo ou alguém. Não é curioso pensar assim?

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

you're the itch that i can't scratch

... e não consigo perceber porquê. Não sei o que (ainda) me atrai em ti, o que me faz continuar com esta comichão dolorosa. Tento coçar e coçar, mas por mais que coce, não desaparece... pelo contrário, parece que quanto mais coço, mais comichão tenho; quanto mais me tento livrar de ti e desta coisa estranha que vai cá dentro, mais me preocupo e quero estar ao pé de ti, ajudar-te, dar-te tudo. E não consigo compreender as razões do meu próprio coração. És tipo uma pulga aqui a chatear-me constantemente, a insistir em ficar. O que é ridículo, tendo em conta que o que me faz querer sair desta situação é exactamente o facto de não quereres estar ao pé de mim. Ironias da vida?

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

i wish...

1. Manter os bons amigos e fazer novos.
2. Ler livros.
3. Escrever contos/histórias/artigos.
4. Passar mais tempo com a Rita.
5. Dedicar mais tempo ao EF.
6. Aprender uma nova língua.
7. Tornar-me voluntária.
8. Viajar.
9. Começar a trabalhar/arranjar um emprego.
10. Ir ao casino.

Que seja a continuação de muitas coisas e o início de muitas outras. Que haja espontaneidade, coragem, esperança, amor e paciência. Que continuemos a sonhar, ainda que os sonhos não se concretizem. Que sejamos o que queremos que os outros sejam para nós. Que consigamos realizar alguns desejos, ou que estes falhem e novos sejam criados. Que nem tudo corra como previsto, que haja surpresas. Que nem sempre façam o que queremos, que nos levem a descobrir novos quereres. Que nos deixemos guiar pelo coração. Que vivamos um dia de cada vez. Acima de tudo, que sejamos diferentes do que fomos ontem e do que seremos amanhã, mas que sejamos sempre nós próprios.

sábado, 1 de janeiro de 2011

it's a new daaaaay

2010 foi um bom ano. Concretizei grande parte dos desejos que tinha, dos objectivos que traçara em 2009 para o novo ano. Tirei a carta. Li e escrevi coisas. Fiz dezoito anos. Tornei-me dadora de medula óssea. Fui ao Rock in Rio. Realizei o maravilhoso projecto de AP. Entrei na faculdade. Conheci gente maravilhosa, conheci melhor outra gente igualmente maravilhosa. Mudei de vida. Viajei. Encontrei. Conheci. Aprendi. Gostei. Ganhei e perdi. Esperei, às vezes em vão, outras com algum tipo de prémio final. Também tive saudade, e tristeza, e desespero às vezes. E faltaram concretizar alguns desejos. Mas alguma coisa tem de ficar para 2011, não é? Sobretudo, gostei, bastante. 2010 foi um dos melhores anos de sempre. E foi fantástico passá-lo convosco :) Que venha o próximo. Ok, isto era suposto ter sido escrito ontem, mas assim sendo, que este ano seja ainda melhor do que o anterior. Pessoas, como dizia uma grande amiga, vivam. Isso é tudo o que importa.