quinta-feira, 11 de novembro de 2010

speaking into the air

Quando se dão ausências relativamente prolongadas - e, digamos a verdade, neste mundo em que vivemos uma semana é portadora de muitos e importantes acontecimentos, por isso... -, há necessidade de contar coisas que ainda não foram ditas / escritas. E hoje é o dia. Começo por dizer duas coisas muito fofinhas: *sapere aude* (que é fantástico como 'boa sorte') e *toda a gente tem uma Rita Mendes na sua vida*. Já explico.
Estou a ficar muito influenciada pelos meus padrinhos - talvez por serem os únicos, do único baptismo desta vida. Do lado do Ricardo, o desejo constante da esplanada e de jogar às cartas (que no fundo é partilhado por toda CC). Do lado da Marta, sem dúvida, a histeria e tudo o que vem com ela - vá, também tenho muita calma, mas quando se metem concertos do Bublas pelo meio, ela acaba por não ter grande efeito. E já que estamos a falar do Bublas... gente, aquele homem é uma figura muito curiosa, fiquei apaixonada por aquele concerto que é mais uma festa do que outra coisa qualquer. Espero que ele volte mesmo mesmo mesmo no verão, e que volte a ir lá à plateia *-* Marta, a histeria está a começar outra vez!
Reservo um momento para reflectir, também, acerca da casa das máquinas (Inês ao poder!) da fcsh e daquela máquina estranha que nos come dinheiro e/ou oferece kit kats. Foi uma aventura, com o Pedro, há uma semana, tentar tirar o kit kat do buraco, e depois constatar que alguém o conseguiu tirar de lá. O mistério foi resolvido quando soubemos que, afinal, os nossos colegas cc'ianos tinham tentado remover o dito chocolate e ele tinha acabado por cair para o alçapão, juntamente com um novo kit kat. É a vida, meus caros. Mas a máquina também tem as suas contrapartidas: poupámos um euro, pois havia uma água na mesma situação, mas mais fácil de tirar; e por diversas situações o troco concedido pela machine é superior ao correcto. Às vezes acaba por compensar as tartes que ficam coladas umas às outras e recusam-se a cair.
Outro momento para falar da actuação da Tuna na Baixa, um momento sublime de música e beleza - isto hoje é só poesia. A tété e a rolita a cantarem e tocarem - adoro o cavaquinho -, trajadinhas e lindas :D Foi um espectáculo o pessoal de cc todo a aplaudir, a minha avó (salvo seja) a dançar com a pandeireta, a outra moça da tuna a dizer que eu era irmã da Teresa (manas! irmã boa e irmã má). Muito giro, mesmo com aquelas viagens de metro todas, completamente desnecessárias! E apontem, McFlurry de Magnum é óptimo.
Também estou apaixonada pelo Adriano - o que vale é que o <3 é grande e dá para muita gente, LOL - e pelos seus textos maravilhosos. Soube que só o nosso curso é que tinha dispensa de aulas para participa, então entrei tipo fura-casamentos no seminário que houve nestes dias, só para o ouvir a falar de dispositivos mediáticos e tal - talvez esteja doente, yeah, mas adorei aquilo. O homem é um espectáculo, gosto do facto de ele ser diferente e saber exactamente o que a universidade deve fazer pelos alunos, ao contrário do que as pessoas pensam normalmente, nomeadamente os professores que apenas querem dar notas pelo que ensinam exactamente nas aulas. Gosto da perspectiva subjectiva dele e ouvi-lo falar é tipo o paraíso. Mas pronto, deixemos lá o senhor em paz, ele agora tem frequências para corrigir e espero que seja simpático :p
O filme do facebook é muito porreirinho, aconselho. Aquele Mark era uma pessoa estranha, muito inconveniente, acabando por perder o único amigo que tinha por uma estupidez. Por outro lado, o Eduardo é um fofinho - não é Susy? - e merece a nossa simpatia. Mas vejam o filme, vale a pena. Não é nenhuma obra-prima, sinceramente estava à espera de um danoninho mais, mas ainda assim surpreendeu pela positiva :) É o que dá ir ao cinema em véspera de frequência. Quanto aos planos para hoje, passavam sobretudo por esplanar, esplanar e esplanar... é o que se quer quando se tem a ilusão de férias, temporária no entanto, apenas até ao final do mês, ou nem tanto. Sabe bem. No entanto, acabámos por não esplanar, o tempo também não ajudou, mas fizemos algo semelhante e igualmente agradável: decorai o verbo neologista "escadar". As escadas da fcsh são um must para quem quer aproveitar o que a faculdade tem de bom. Conviver na escadaria da torre B merece, por tudo isto, uma classificação de 4 estrelas.
Ah, quanto àquilo da Rita Mendes... :P A verdade é que a Rita é uma pessoa bastante louca, mas ao mesmo tempo é uma querida e uma grande amiga. Daquelas pessoas com quem estamos sempre a falar, a trocar impressões, a quem contamos as coisas mais parvas que nos vêm à cabeça e tal (ver posts anteriores). E a verdade é que toda a gente tem alguém assim na sua vida - uma amiga do coração meio tresloucada, no bom sentido. A minha Rita Mendes é a Rita Mendes, a da Teresa por acaso também (lol), a da Susana já tem outro nome, mas não deixa de se ruma Rita Mendes! Confuso, I know, mas isto tem tudo uma lógica muito profunda - da dádiva ou maquínica ou lá que raio é, não interessa. Rita Mendes, és especial! :P
Mais desenvolvimentos da vida social em breve. E a imagem é em homenagem ao nosso signo fofinho, peixinhos, que nos faz ser assim! :)

1 comentário:

Rosa Branca disse...

Se há papel que eu acho que gosto que digam que é o meu é o : "Tresloucada mas grande amiga"
xD

I flyyyyyy ~~~~~~~~