sexta-feira, 15 de outubro de 2010

the sky is no limit

Se as coisas não são divertidas, há que as tornar divertidas. É o caso daquela aula na qual o prof passou uma hora e meia a falar de notas de rodapé (interessante, hein?), e na qual a rÓlim nos deu a conhecer a família IKEA: "Eles são meio suecos, tipo IKEA", disse a Inês, e a frase ficou para a história. Entretanto já os facebookámos e vimos as caras, são todos minimamente girinhos, sobretudo o L, o alternativo que estuda agronomia ahahah. Depois logo se vê quem fica com quem e quem herda o casarão.. :p Para além disto, temos o meu desenho ("muito mau Raquel, ainda bem que foste para humanidades", by Teresa) do Simba - que era suposto ser um gato! -, e que originou a maravilhosa frase à telefone estragado: "vais tirar a barba a judas?", quando eu apenas disse que ia apagar-lhe a juba! E depois lembrámo-nos, eu e a Teresa, daqueles paus com uma forma estranha com os quais normalmente aqueles homenzinhos andam a procurar água no subsolo. Já não me lembro porque nos lembrámos disso, mas coisa boa não foi de certeza.
Adorei, absolutamente, o blind date telefónico que a Rita teve com o Thiago, daquelas coisas a que só se assiste numa vida :p eu a querer falar com ela, e ele a pegar no telemóvel para falar com uma desconhecida! A verdade é que tiveram uma longa conversa, ela achou-o fofinho ("não o conhece..!", palavras da Marta) e já se amigaram no facebook, foi uma coisa tão bonita. Depois disso, só mesmo aquela senhora que largou o carrinho de bébé no 738 e deixou o miúdo abandonado aos solavancos do autocarro, foi uma sorte aquilo não ter virado completamente --' Melhor que tudo isto, só mesmo as aulas de semiótica (tinham de vir...), nas quais eu vou apanhando uma frase a cada três que não percebo. Aquilo é uma grande incógnita, é uma mancha no meu subconsciente. Adorei quando ele disse que íamos falar de um livrinho que ele tinha escrito, "sobre as formigas, os burros e um cão, Jade". Que lindeza!
Bom bom é ir ao Santini, tenho de voltar para provar mais sabores :p O morango e a baunilha satisfizeram-me bastante, mas a companhia ajudou. Mas os meus ouvidos ficaram um bocado a queimar com o brasileirês que se ouviu, de um lado o Thiago, do outro o Maxwel, que bem tenta imitar mas não consegue ter sotaque nenhum! O Thiago é um atiradiço, passa a vida a fazer-se às moças ahah e o Max até disse o número de telemóvel em voz alta para as moças do santini apanharem. O Francisco conhece a Ana Maltez, a grande deusaaaaaaa, ficámos de boca aberta, queríamos tocar-lhe!!! O melhor da tarde foi mesmo o despique espontâneo com caloiros e veteranos de medicina chinesa, no meio do Rossio, quando o Max começou a gritar "NÓÓÓÓÓÓS...". Perdemos à grande e à francesa ahah, eles eram uns cinquenta, nós éramos menos que dez, mas mesmo assim fizemos ouvir os hinos de CC e defendemos a nossa honra, houve ali coragem :p
Lembrei-me de quando falei, divulgando, do postcrossing, e me deram a conhecer a possibilidade de receber algo mais em casa, tipo bombas. Será o bombcrossing, como lhe chamámos. Parece-me interessante! E as meninas da tuna agora trouxeram novos nomes de praxe, todos fófis: irmã Lúcia, Nossa Senhora e Madre Teresa. E a Rólim diz: "Se o meu filho nasce no Natal, eu estou grávida de sete meses!"; e a Teresa diz: "Eu não sei o que é que tu andaste a fazer com deus, mas....", e descobriu que deus pode ser um ET - à partida porque, sendo omnipresente e tendo o power todo, será extra-terrestre! Conversas lindas para se ter na tenda, a ler o Metro.
Houve quem voltasse ao -4 e furtasse o dito local, trazendo para casa alguns dos slides do Beto, que afinal não é o beto mas sim um tipo muito muito muito parecido com ele. E houve quem tentasse ir ao telhado / terraço da fcsh, o sítio proibido, aquele onde supostamente está o altar à Ana Maltez e no qual poderíamos sentir o power todo (mais uma vez) do momento em que ela foi investida por deus (mais uma vez) de nos ajudar para todo o sempre. Foi uma expedição falhada pá, bem subimos ao oitavo piso  tudo, mas não deu, fica para a próxima semana :P
Quando não há novas aventuras e expedições marcadas, ou quando estas falham, o que é que acontece na fcsh e aos seus grandes caloiros? Esplana-se. Está-se. Fica-se. Conversa-se. Tira-se fotografias. Descansa-se. Resumindo, outra vez, esplana-se e ponto final. E fala-se daquele tipo novo que não suportamos, aquele que faz uma piada sobre pregos (ferramenta) e bifanas e manda bitaites em tudo o que é aula. "Raquel, vem depressa que eu já não posso ouvir o rapazito falar", by Inês. E fala-se também de idas ao jardim zoológico (lembrei-me do zÔólógico do M, aquele sotaque, ai *-*....) e ao Oceanário, das focas - peço desculpa, leões marinhos! - Eusébio e Amália, de transportes: "Para quê alugar um autocarro, porque é que não vamos de metro?", para o Badoca Park, aaaaaaaaah. Acho que não. Melhor que isto (hoje estou muito repetitiva!), só mesmo aquelas poses do Chico, aquela emoção toda a falar de cinema na esplanada. Grande esplanada - a essa sim, deveria ser erguido um altar.
É uma boa vida, esta. Há sempre planos para ocupar as nossas manhãs e tardes, nem que seja simplesmente comunicar - e é para isso que aqui estamos, também! Pessoas de CC, vocês são assim... o máximo.

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