segunda-feira, 26 de julho de 2010

'lost' in ohp

NOTA (relativa ao fim-de-semana referido no post anterior):
Batata + batata = puré. São as chamadas relation chips! A Rita é a multifunções do Espalha-Factos... MFEF. Mas aqui vão algumas siglas: PTEF (Psicóloga dos Trabalhadores do EF), RPEF (Relações Públicas ...), CEF (Chefe ...), PCEF (Psicóloga do Chefe ...), etc etc. Ah, e há um novo tipo de sexualidade... trissexuais são aqueles que, para além de gostarem de homens e de mulheres, gostam MUITO de si próprios. Tipo o egóvil... opá, não há nome melhor para o descrever. Ego.... por aí. Mas o melhor é o nome do meu pópó... Fox Mobile. E o encaixe perfeito com o porta-chaves, Rino. Não é fofo? Depois há a forma como os oliveirinhas falam... oh merda! é a melhor saudação de sempre. E a forma como os dois moços se estavam a comer no rio também... coisa bonita de se fotografar, para além do homem das poses estranhas. E as tias de OHP... GRÓSÁÂÁLHÁÂÁ! Ninguém se entende quanto ao sotaque, afinal é Mandanêlho ou Mandanâlho, coêlho ou coâlho? Eu e o Pedro A. vamos ficar com o sotaque da Rita durante uns dias pelo menos x) Embora não haja nada melhor do que o orkoshop da Rita. E aquele bêbedo que passou por nós - "ah, se calhar tens de levar a máquina ao médico"... ahahah. Só em Oliveira. Não se enganem, houve mais patetices para além destas! Mas aqui ficam as essenciais :p

can we go back?

Porque é que todas as coisas boas acabam? Alguém me quer explicar esta coisa strupida, que não faz qualquer sentido mas é uma das verdades universais altamente testadas e comprovadas? Enfim, infelizmente acontece com muita frequência nas nossas vidas e não podemos fazer nada para o evitar. Resta-nos relembrar essas mesmas coisas boas :) Quem diria que, três dias depois, estaríamos assim tão melancólicos? Podemos voltar amanhã, já? Bora lá.... é só pegar no pópó ou no jipe e estamos na terra das oliveiras e dos hospitais outra vez. Ainda há umas horas lá estava e já tenho umas saudades do caneco.
'Sem Cor' torna-se, num ápice, a nossa música - Pedro Afallo (segundo a Rita ahah), companheiro de viagens -, acompanhando as duas grandes viagens, com e sem leitões, com e sem Manuel (não há relação entre estes, atenção), com ou sem encontro com a equipa da RTP, com ou sem expectativa de um fim-de-semana bem passado e em boa companhia. O Espalha-Factos ganha uma nova dimensão ao participarmos em directo, ao darmos conta do piscar de olho do Pedro Coêlho aos ouvintes (? ya, é isso mesmo), ao rirmos com os comentários espalhafatosos do nosso humilde site, ao apagarmos músicas da playlist como 'Eu Sou o Poder' e 'O Rei do Bairro Alto'. E nada como sacar músicas da Boa Nova, como se nada fosse! Jantarzinho - lasanhaaaaaaaaa - na Il Peccato seguido de geladinho na gely-gely do Pedro, nhami nhami. Baloiços, fotos estranhas, canções, figurinhas, crianças a serem repelidas com insultos ao Twilight... diz-vos alguma coisa? Ah... e o bar com a televisão sintonizada nas televendas? Banha debaixo do braço LOOL. Só coisas bonitas, e para culminar uma ajuda gratuita ao moço trabalhador com a esplanada. E uma longa conversa da Ritinha ao telemóvel até às tantas da madrugadaaaaaaaa.
It's a new day, vamos às Caldas - depois de uma longa jornada - beber (mais uma, de muitas) coca-cola, e a São Sebastião da Feira (e não do Alva xD), com o senhor gordo e o outro que fazia aquelas poses todas fashions, mais o casal de namorados. Expo agá à noite, depois de um jantar com sangria e no qual a mulherzita achava mesmo que tinha três euros de gorjeta (?). Barraquinhas fofas, meeting com o Presidente da Câmara e Pedro Abrunhosa ao vivo para milhares de pessoas sentadas e três gatos pingados em pé junto ao palco. O homem não bate bem da tola, enfim, não há muito mais a dizer acerca disto. A Rita bombou buéréré! E o stand da rádio também estava a bombar com o senhor Albino... o DJ bombava com o seu Mac, enfim, tudo bombava naquela noite. Até a barraquinha das bifanas do pai da Rita, do FCOH ahah. Bebidas à pala é outro luxo. E um caldo verde às 3 da manhã também, não é Afonso? LOOL, até foi bom o Pedro fazer-nos esperar.
Um segundo acordar ao meio-dia segue-se a uma longa noite de rambóia, é certo. E uma longuérrima viagem de 2 km da Rua do Vale até à cidade já ficou na cabecita, de tantas vezes que foi feita, mais aquela entrada magistral na garagem :P E trocamos postais, e fotos, e músicas, e a despedida é inevitável. Para nós, um novo encontro com a senhora do cabelo loiro-preto e da grosâlhááááaááá marcou a verdadeira despedida da viagem maravilha, mais uma boleia ao senhor boss e grande friend Coelhito. 
Enfim, é a vida, recheada de despedidas. Para trás ficou a Ritinha, depois de um longo e sentido abraço que agora vai durar por alguns meses, se for preciso... a cadelita fofa que me adorou, a querida mãe dela (Esmer... ah espera, Adelaide!), a irmã Inês (aka Mendes), e o pai cozinheiro :P  Ficou ainda o Pedrinho, cheio de trabalho, mais a irmã Margarida, o pai que não conheci, o Leão, tão sossegado que não se dá por ele, e a Dona Elvira! E ficou Oliveira, a terra maravilha, do descanso e não só... terra pela qual temos tanto carinho e gostávamos de 'habitar' por mais uns dias. Já tenho saudades, e o Pedro A. também. A viagem para cá custou tanto... well, that's life. Que venham mais fins-de-semana destes, assim completamente alones e contentes, com fotos e coisas giras para recordar. Abençoado Verão que nos permite tudo isto! Pena que tenha de acabar, que tudo seja efémero. Mas haverão mais oportunidades :)

quinta-feira, 22 de julho de 2010

just one of those things.

E vamos viajar, caríssimo Pedro Afflalo. Vamos pra Oliveira olé olé! E é já amanhã. Que nice, vai ser mesmo giro. Espalha-Factos em directo (medo, muito medo), dormida em casa da Ritinha (e muitos posts frescos no blog partilhado!), lasanha ao jantar e geladinho como ceia. Grande fim-de-semana que vai ser, oh yeah. E pra começar, almoço nos leitões... adoro x) Vamos divertir-nos à brava. E de pópó! - por falar nisso, temos de lhe dar um nome, definitivamente. E com o Pedro Abrunhosa na EXPOH no sábado e frango no churrasco no dimanche... uhuh. E fotos, e tripés, e outras aventuras. E GPS. E por falar em GPS, aconselho todó mundo a ir ver o filme 'Contraluz', do Fernando Fragata. Muito fixe, um bom filme com cunho português :) Mais coisinhas... tirei uma cárie e recebi um mail (mais um) super hiper mega poético do meu querido ex-DT. Vi o Kill Bill há uns dias (os dois volumes) e gostei imenso do argumento e da banda sonora, muito nices. Acho que não vale a pena falar do Tarantino. Aquele sangue todo a ser esguichado e o olho da outra a ser pisado... enfim, genialidade levada ao extremo, horrível mas espectacular. Hmmmm... os meus gatos fugiram de casa no outro dia e foi uma loucura, tudo à procura deles e atrás deles pelo quarteirão. Escusado será dizer que voltaram sãos e salvos e loucos como sempre. Mandei uma série de postais e recebi alguns bem fofos. E pronto, that's it. Levo carradas de postais para a Rita ver, levo uma mala cheia de roupa e já guardei um compartimentozito imaginário no coração e na mente (coisa tão bónita) para os três diazitos que aí vêm, só nós, em OHP, é a festa, yeah yeah. Glad! :)

sábado, 17 de julho de 2010

shine a light

Agora sim, o post sobre os Keane. Tenho a dizer que adorei o concerto e a forma como o Tom Chaplin, aquele homem que muitos dizem ter cara de bébé (e tem, é rechonchudo, por isso mesmo é fofinho...) mas que, com o cabelo cortado, parece mais homem e igualmente fofo, cativou o público e nos fez cantar durante uma hora e vinte minutos. Acho que só quando o vi em palco, mais os restantes membros da banda, é que percebi o quanto ansiava por ver um concerto dos Keane, o quanto desejava, há anos e anos, vê-los ao vivo e cantar, ao lado de milhares de pessoas, as músicas que têm acompanhado a minha vida e a minha experiência musical. Conheci todas, cantei todas, fiquei sem voz, progressivamente, ao berrar em todas elas. Mostrei a luz do telemóvel, tirei fotografias, vi o Tom a olhar para mim (sim, ele olhou, estava na segunda fila... LOL), vibrei com as músicas mais mexidas, emocionei-me a ouvir e a cantar a Bedshaped, saltei que nem uma doida e o bracinho (esquerdo ou direito, à vez, porque o espaço não era muito) não parou quieto um minuto. Cantaram grandes clássicos do Hopes and Fears, como as grandiosas Somewhere Only We Know, Everybody's Changing, Bend and Break e This is The Last Time, algumas das melhores músicas do seu reportório. Mostraram-nos como se dança e entretém o público com Is It Any Wonder?, Nothing in My Way, Crsytal Ball, Perfect Symmetry, Again and Again e Spiralling. Tocaram corações com A Bad Dream e You Haven't Told Me Anything. Deram a conhecer as novas Stop For a Minute (no vídeo em baixo, o melhor que consegui encontrar do espectáculo) e a lindíssima My Shadow *-*. Cantaram e encantaram, e o público cantou com eles e pediu mais, muito mais. "The wonderful country that is Portugal", e a maravilhosa banda que são os Keane. Adorava vê-los num Pavilhão Atlântico, onde haveria mais espaço para os clássicos Keanianos (ahah) e onde o Tom poderia estragar bases de microfones à vontade, deitar-se no chão as vezes que quisesse e empoleirar-se naquele bloco de cimento (ou lá o que era!) sempre que lhe apetecesse visualizar o público de um ângulo mais alto. E poderia ainda ver melhor a minha cara ahah. E penso que as luzes não foram suficientes para dar ainda mais magia ao espectáculo, o que foi pena. Ele puxou pelo público, o público respondeu e surpeeendeu, como sempre o faz. E puxou ainda por um encore que não chegou mas que poderia muito bem ter sido uma Can't Stop Now ou uma Your Eyes Open, outras músicas lindérrimas. No entanto, tudo isto não foi preciso, porque o que tivemos naqueles escassos minutos foi mais do que suficiente. Foi mágico, foi imensamente bonito, foi simples e magnífico em simultâneo. Foi emocionante, breath-taking. O Tom a dizer "now, take a deep breath and sing with us", e eu a esganiçar-me toda e a sentir a voz a desaparecer, mas sem desistir de berrar tudo o que havia para berrar e de cantar as músicas que todos conhecemos, porque a vontade e a emoção superam todo. Não havia dores de pernas nem gente alta nem rapazes parvos que pudessem estragar aquele momento. Sem tirar nem pôr, os Keane ofereceram-nos, e a mim e particular, um concerto inesquecível, verdadeiramente marcante. Não me quero estar a repetir, mas finalmente percebi que os Keane são "aquela banda", que queria mesmo ver. É, por isso, um sonho concretizado. Fábio, obrigada por me dares a oportunidade de os ver, quando pensava que já não era este ano : )


Stop for a Minute



Bend and Break



Final de Bend and Break e Everybody's Changing



Últimos 20 minutos do concerto

a good dream

Entre enganos no comboio (opá, estava na hora e pareceu-nos bem apanhar o comboio para Alcântara...) e esperas pelo autocarro especial (uhuh), lá conseguimos chegar ao famoso Meco, ao recinto do SBSR, completamente abandonado pela civilização - aquilo é completamente no fim do mundo. Ver St. Vincent encostados a uma árvore formigosa (cheia de formigas, portanto) e a comer bolachas de água e sal foi muito bonito. Ao lado do companheiro da sorte, claro, o Fábio *-* já lhe disse que um dia pego nele e aposto tudo no Euromilhões... olhem que vale a pena! Ontem foi só um euro e uns pins e uns chapéus grátis, mas prontos. Depois de comermos uma pizza(ZONA) familiar - sim, que isto de festivais não é só música, também tem muita comidinha boa! - e de guardarmos os restos de uma forma bastante estranha, peculiar, bizarra (chamem-lhe o que quiserem!), colámo-nos ao palco principal, yaaaaaaay. Cut Copy foi fixe, o rapaz tinha um ar lavadinho e fofinho. Deu para aquecer :p Os Pet Shop Boys também se viram bem, deram um grande espectáculo e tal, muito visual e muita coisa electrónica :p O recinto não encheu, nem nada que se pareça. Adorei as casas de banho masculinas (LOL), a pulseira vermelhusca, a coca-cola pós-Keane, que soube que nem ginjas, as moças de 15 anos à nossa frente a falarem de piscinas e afins, os estrangeiros que nos tiraram fotografias, os poucos brindes recebidos, o deambular pelo local, as mãos dadas para fugir à confusão, as fotografias debaixo das árvores e o pó - MUITO PÓ, nos sapatos, nas calças, no cabelo, no nariz. Adorei o facto de o Fábio achar o trânsito em Lisboa fofinho... não percebo! :P Adorei o coro do pessoal todo a cantar a Broken Strings... a RFM a pôr música nos intervalos e o pessoal a cantar, a treinar a voz, a mostrar o que as bandas mais adoram no público português... foi fofo! :) E adorei também o facto de o chapéu se ter colado à cabeça do Fábio e da tenda da Andreia estar agarrada à minha mão ahah. Foi uma diversão. Obrigada pela partilha do bilhete ganho, Fábio :) - dos Keane falarei noutro post!! (a imagem do post faz lembrar o concerto dos Pet Shop, that's why! O Fáfá adorou :P)

sexta-feira, 16 de julho de 2010

po-po-po-po-po-po-po-po-poker face.

Esquecemo-nos de como somos pequenos. Como não significamos nada neste mundo gigantesco. Parece que estou sempre a falar da mesma coisa, mas ouçam só o vosso coração, ouçam o que vem de fora e ouçam ainda o que a vida vos tem dado / feito / proporcionado. Tiveram sempre o que queriam? Quase de certeza absoluta, não. E se o tiveram... foi sempre da forma como o queriam? Provavelmente não. As coisas acontecem, muitas vezes fugindo ao nosso controlo. A verdade é que dependemos mais uns dos outros, das circunstâncias, da sorte, do destino, do que o queremos admitir. Nada acontece como previsto.. há sempre nuances, pequenas coisas que fogem ao que está predestinado na nossa mente. Há sempre algo que não corre bem, ou que corre realmente mal, ou então que, pelo contrário, corre excepcionalmente bem, quando não o estávamos à espera. Ah, sorte, porque é que umas vezes pareces caminhar ao nosso lado e outras pareces tão longe que nem te conseguimos sentir a respiração. Porquê? Mas quando efectivamente nos acompanhas, todo este sentimento de insegurança se desvanece. És tão tranquila, transmites tanta tranquilidade no teu andar, que nos confortas mesmo com uma simples palavra, ou um simples gesto, ou apenas um simples rasgo de poder. De repente, parece que a nossa vida deixa de ser uma roleta, guiada pelo acaso, e que tudo está exactamente no sítio em que devia estar. Outras vezes, porém, quando decides estar ausente, sentimo-nos pessoas inseguras, estranhas na nossa própria bola de sabão, assustadas com o mundo que nos rodeia e o que dele nos pode afectar. Não está em mim uma crença desesperada e irrevogável no acaso, na sorte, no destino, mas a verdade é que eles estão constantemente presentes nas nossas vidas, para nos apoiar ou largar, acariciar ou abandonar, tranquilizar ou exaltar, surpreender ou desiludir. E somos tão pequenos no meio de tudo isto. A nossa vontade própria, o nosso livre-arbítrio, o nosso poder, autonomia, liberdade, independência, capacidade administrativa do nosso corpo e alma... não nos fazem mais do que meros peões neste jogo que é a vida e a sua partilha com o resto da humanidade. Precisamos de algo mais. Precisamos de sorte. Precisamos de um quantos-queres (ah infância perdida, porque não voltas? escolho o azul, que sempre foi a minha cor favorita, aquela que nunca me desiludiu ao longo de anos e anos de vida, jogo, aposta e crença em tudo e nada) - dizia eu, precisamos de um quantos-queres que nos ajude a recuperar o rumo à coisa, que nos permita alcançar o caminho - ou, melhor dizendo, os caminhos - que percorreremos ao longo da vida e nos levará / levarão à conquista dos sonhos, sejam eles os iniciais ou sejam outros, cambiados, transmutados, adaptados às condições e à realidade. Enfim, divagações de uma mente cansada, mas também crente na vida e nesta maravilha que nos rege e à qual damos o nome de sorte, ou seja lá o que for. Bendita sejas e existas nas nossas vidas... : )

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Newsflash:


Eu e a Ritinha temos um blog a meias. Chama-se 'O Universo é Sexy !' e pode ser lido em www.retirodostesourinhos.blogspot.com (nomes tão fofos **). É para aquelas conversas parvas mas sempre interessantes que nós temos, seja pessoalmente, via moche ou msn, twitter, face e afins. E olhem que são muitas. Visitem, comentem, entrem na parvalhada e divirtam-se! Nós somos duas moçoilas muito engraçadas, acreditem. Ou talvez não. Mas vai ser um blog fofo - e já o é! Leiam :)

terça-feira, 13 de julho de 2010

I'm in heaven tururururu

Num mood nada cagativo, como o da Rita ontem :P non-cagative! (que coisa leinda).
Fiz a candidatura online no ensino superior e estou num mood bastante happy, até! Pré-caloira eheh :) Dois mesitos de espera e depois coise, ano (lectivo) novo, vida nova. Já se andam a ver horários de comboios, horários de aulas, os pormenores todos... é uma alegria. Como só se houver um grande apocalipse e morrermos todos e outras desgraças acontecerem é que não entro na maravilhosa e desejada FCSH, em princípio vai correr tudo bem! A Rosinha é que sabe, aqui fica a previsão romântica dela: 'O Universo gosta tanto da Raquel, que caso ela n entre na FCSH, há um apocalipse (tipo big crunch), dps o Universo recomeça, mas logo de seguida, qd se apercebe da tamanha tristeza da moça, suicida-se! Such a beautiful and a romantic scene!**'. Não é bonito? E Trás-os-Montes como última opção em vez de Psi em Coimbra? É a SEXTA opção, quem é que quer saber disso pra alguma coisa páaaaa? Well, foi uma emoção pôr lá as opções e carregar em 'submeter', e ver as restantes moças a fazerem o mesmo - RaquelÓ, se me mudas de ideias eu dou cabo de ti!. Não há cá daquelas papeladas em que preenchemos uma série e burocracias e temos a emoção de entregar as mãos as nossas opções. Aqui a emoção está toda no rato (touchpad, neste caso)! E foi um momento emocionante, acreditar piamente que daqui a dois meses terei a confirmação de entrada :) Esperemos que o Universo, sexy e amoroso, siga o seu destino. Mais sexy ainda são o Mateus e o Corpo Leve... que brasas *-* A Rita não quer partilhar, ela é que fica a perder. Que moços tão jeitosos. Mas o Universo suicida-se por mim e eles nem sabem que existo! Universo, I <3 you. E Rosita, minha leitora favorita do blog... a ti também :P

segunda-feira, 12 de julho de 2010

business of the soul.

Agora fala-se daqueles momentos bonitos em que os homens largam todos os dogmas e pressões sociais e se entregam à espontaneidade do momento, à emoção da situação, beijando as namoradas de forma inesperada e digna de uma qualquer adaptação cinematográfica. Ele ignorou o directo da emissão e o facto de ela estar a trabalhar, emocionando-se com a vitória profissional e pessoal que acabara de conquistar. Ela tentou confortar a sua emoção e manter o profissionalismo, mas era um momento demasiado pessoal, que ele tinha de partilhar com ela. E por isso mesmo não resistiu a beijá-la ali mesmo, com toda a gente a ver, independentemente das reacções que a acção poderia desencadear, feliz por o estar a fazer, sem constrangimentos. Outro ele correu metros e metros para chegar à paragem antes do autocarro em que ela ia lá chegar. Esfalfou-se todo, ignorando os olhares dos transeuntes e as dores no corpo, e conseguiu entrar no autocarro a tempo e horas. Ela não o esperava, ficou surpreendida ao vê-lo pagar o bilhete e aproximar-se. E beijá-la, ali no meio de todos os presentes, ele suado da corrida, ela algo desgostosa do beijo anterior, na paragem de autocarro, ambos felizes por estarem a resolver as coisas e a selar o momento com aquele gesto. São estes momentos, espontâneos, românticos e bonitos, no geral, que acabam por nos colocar um sorriso nos lábios sempre que os recordamos. Porque parecem autênticas cenas que só se vêem nos filmes. Não parecem reais. Parecem demasiado bonitas, perfeitas, emotivas, para fazerem parte deste mundo. Mas fazem, e é isso que as torna ainda mais únicas. Como dizia alguém... agora é o mundo inteiro a desejar um momento assim : )

'till we ain't strangers anymore


Somos tão pequenos e raramente nos apercebemos disto. Somos um no meio de tantos... vivemos na sombra de seis mil milhões de pessoas. Outros seis mil milhões... número este que cresce a cada milésima de segundo que passa. E cada um tem uma história própria, uma vida diferente, uma série de situações singulares para viver. Cada um com os seus próprios sonhos e aspirações, interesses e gostos, medos e frustrações. Cada um com o seu próprio testemunho de vida.

Isto é a humanidade e a grande diversidade que a caracteriza. Não há dois seres humanos iguais. E são as experiências de vida de cada um que os diferenciam a um nível que os tornam verdadeiramente singulares. Descobri o projecto '6 biliões como tu', de Yann Arthus-Bertrand, que consiste numa série de questões diversas, banais e universais, realizadas a pessoas de diversos países e culturas. O que é a felicidade? Acha-se uma pessoa livre? Acredita na vida depois da morte? Qual o seu maior sonho? Acredita no amor? Estas são algumas das questões colocadas a centenas de pessoas um pouco por todo o mundo. E a diversidade das respostas é intransmissível.

Cada rosto transmite uma história. Uma mulher que conheceu o marido num tribunal, ambos advogados, mas de casos diferentes, quando ele repara nela e ela repara nele, mas não se falam achando que são comprometidos, mais tarde ele liga-lhe e convida-a para sair. Um homem que adora as montanhas, onde nasceu e cresceu e viveu a vida toda, bem como a natureza e as pequenas coisas da vida, qual Alberto Caeiro do Nepal. Uma mulher que sonhava ter sido médica mas cuja situação socioeconónima não o permitiu, acabando por se tornar camareira, feliz, livre por poder trabalhar e passear, mas com falta de liberdade quanto a decisões e a explicações que deve às pessoas. Diferentes perspectivas, diferentes olhares. Um projecto maravilhoso que pretende alertar para a diversidade humana e tal. Mas que acaba por mostrar muito mais do que isso, e por nos fazer pensar na vida :)

domingo, 11 de julho de 2010

not enough


Talvez não fosse preciso tanto. Mas precisas de te afastar, compreendo. Toda a gente compreende. Afasta-te, cria o teu espaço, redescobre-te, ou whatever. Percebo o outro lado também, que te vê afastar e perde o que verdadeiramente tinha contigo, mas é a vida. Às vezes há perdas necessárias. Compreendo. Dar tempo ao tempo é o melhor a fazer. Estou contigo. Não apoio, mas respeito e estou contigo, obviamente. E vais ultrapassar, e vais ver que daqui a um tempo as coisas voltam mais ou menos ao normal.

É demasiado complicado. Custa demasiado. Sei que querias fazê-lo, dizê-lo, admiti-lo. Mas é demasiado complicado e doloroso. Agora percebeste isso. Não to disse, não te avisei suficientemente, mas é, embora tenha a certeza de que não te impediria de o fazer de qualquer forma. E admiro essa coragem, porque nunca na vida a teria. Muito menos nas circunstâncias de que falamos. Não me vejo a conseguir admitir isso na sua cara, a contar tudo o que tem assolado a minha alma nos últimos tempos - e já são tempos longos. Mas tu tiveste-a. E fizeste-o (e já não foi a primeira nem a segunda vez). E agora sofres (e também já não foi a primeira nem a segunda vez). Porque não pode ser, porque ela não te vê da mesma forma, porque simplesmente as estrelas não se alinharam para ti. Pude dizer-te "I told you so", que a reacção não seria tão má como a esperavas. Mas também não foi tão boa como a sonhaste, numa visão idílica do momento. Foi a que teve de ser, dados os sentimentos das duas partes, dada a situação vivida. Lamento que não tenhas ganho esta batalha, ainda. Haverão outras, tenho a certeza. E tenho esperança de que as ganhes, finalmente, um dia. Um dia! Senão, sabes o que nos espera. Mas vamos esperar mais um bocadinho antes de comprarmos o bolo e escolhermos as decorações. Ainda há tempo. E ainda há esperança.

words do come easy


Wordle deste humilde blog, mais um plano do meu belo mac. Enjoy! :)

sexta-feira, 9 de julho de 2010

perfect symmetry

Estado do facebook:
'Oh happy days! Raquel Silva teve umas notas do caneco e vai entrar na FCSH! Por isso está excessivamente eufórica e perplexa com a sua média final... e feliz !!!!!!!! :D'

Adeus pesadelos com as notas dos exames.
Adeus aulas secantes de secundário.
Adeus escola, adeus senhoras antipáticas da secretaria.
Adeus exames, adeus nervosismo.
Adeus vazio na barriga.

Olá FCSH!
Olá faculdade, olá nova vida.
Olá objectivo cumprido, olá sonho do momento atingido.
Olá praxes, olá futuros padrinhos...
olá grandes amigos e futuros colegas!
Estou feliz :D
(e muito Álvaro de Campos sensacionista também!)

E depois o professor liga-me, todo simpático.. enviei-lhe o mail com tudo o que pediu e ligou-me a dar os parabéns, ali a pôr-me toda corada, a dizer que estava contente por nós, e a recuperar. Ainda bem :) Mais uma coisa para me pôr feliz.
Para além do maravilhoso almoço e da maravilhosa tarde com as moçassssss :) A competição directa da Rosinha no cara de livro lool. São todas umas fofas. Íamos morrendo Raqueló! Chinê rulezzz, restaurante e lojas. Aqueles dados ahah e os tamagotchis. Me liked it!
Somos o futuro do nosso país! :D

A very very very very good day.

terça-feira, 6 de julho de 2010

I'm on the road to happiness

Já que anda toda a gente com a mania de fazer estes questionários, aqui fica o meu também. Para me conhecerem melhor, oh yeah.

1. Signo: Peixes.
2. Data de Nascimento: 28 de Fevereiro de 1992.
3. Cor de olhos: Castanhos.
4. Altura: 1,58 =$.
5. Comprometida ou solteira? Solteira.
6. Qual é o teu nome do meio? Não tenho (tomem lá, Miguéis e Jorges deste mundo).
7. Se fosses arrastado para uma guerra, sobreviverias? Espero que sim.
8. Qual é a cor da tua roupa interior hoje? Branca.
9. Dormes com a tv ligada? Não consigo, tenho de a desligar para conseguir adormecer descansada.
10. Consegues escrever rápido no computador? Bastante rápido.
11. Quando foi a última vez que escolheste um duche em vez de um banho de imersão? Preferir preferir, preferia de imersão. Mas tomo sempre duche, nem me lembro da última vez que tomei banho de imersão.
12. Com quem é que tu sabes que podes sempre contar? Uns quantos que me ouvem mesmo quando só digo barbaridades.
13. Estás a beber alguma coisa neste momento? Vou beber, leite com chocolate. Queres?
14. Falas enquanto dormes? Já me disseram que sim, embora nunca tenha dado por isso :P.
15. Qual é a foto que tens no fundo do ambiente de trabalho? Um dos fundos do Mac, muito sereno e claro para ver os ficheiros com clareza.
16. Tens o sono profundo? Sim, bastante.
17. As outras pessoas acham-te atraente? Não sei, elas que digam. Mas acho que não.
18. Sentes saudades de alguém neste momento? Sim, muitas, de muita gente.
19. Quando foi a última vez que disseste a alguém que o amavas e realmente sentias? Depende da forma de amar, mas normalmente não expresso muito esses sentimentos. As pessoas sabem. E as que não sabem é porque não está na altura de o saberem ainda, se é que alguma vez estará.
20. Qual foi o último desporto que praticaste? Vários, nas aulas de Educação Física. For a disso… nunca pratiquei desporto.
21. Como te sentes hoje? Bem… com vontade de escrever, ver filmes e responder a este questionário. E com calor.
22. Quem foi a última pessoa com quem partilhaste a cama? A Inês Brito, que teve de dormir cá em casa no dia do Rock in Rio :P Uma partilha de amigas, claro, metade da cama para cada uma ahah.
23. Alguma vez foste mordido por alguém? Penso que não.. talvez na primária. Os rapazes eram muito estúpidos na altura. E alguns ainda o são.
24. Alguma vez mordeste alguém? Isso acho que não, sempre fui muito atinadinha. Mas lá está, se calhar, quando era criança…
25. Qual é a pior coisa no sexo oposto? Depende muito das pessoas… diria talvez que é a falta de atenção pelas coisas que os rodeiam… o facto de não verem o que está mesmo em frente ao seu nariz. Mas como disse, depende das pessoas; e das situações.
26. O que está no fundo do teu guarda-roupa? Roupa que não uso e que não me apetece arrumar ou deitar fora. Há muita porcaria no meu roupeiro LOL.
27. Qual foi a última coisa que tiveste na tua boca? Uma compota de maçã (Sofia ahah), mas estou prestes a engolir o leite com chocolate e um pacote de Belgas. Servidos, again?
28. Qual é a tua filosofia de vida? Isso é difícil. Talvez viver cada dia e esperar que seja melhor do que o anterior, embora isto não funcione em determinados dias, quando estamos demasiado perturbados para pensar positivamente. Temos de acreditar em nós, nas nossas capacidades, no facto de sermos capazes de ultrapassar as dificuldades. O homem sonha e a obra nasce, não é verdade? E o sonho comanda a vida. Acreditar.
29. Com o que é que estás ansioso? Neste momento, com as notas dos exames. Grande expectativa. E, mais do que ansiosa… nervosa. Porque é aquele objectivo, aquele sonho que está em causa.
30. Alguma vez trepaste para uma janela? Talvez, mas não me recordo. Acho que não.
31. Que três coisas te levam sempre a sítio? Sei lá, que raio de pergunta. Olhem, quando me torno realista vou ao sítio (era isto que se queria saber?...). E acontece algumas vezes.
32. Tens uma queda por alguém? Por muita gente ahah. Mas não me pretendo atirar de um precipício por ninguém.
33. Quão frequentemente falas ao telefone? Algumas vezes. Todos os dias, de certeza. Mas teclo mais – mensagens escritas.
34. O que fazes quando ninguém está a ver? Ui, tanta coisa. Algumas dessas coisas também faço quando há gente a ver. Tipo… depende. Coise.
35. Há algo que queiras e não possas ter? Sim, claro, muitos ‘algos’. Há sempre, nunca estamos satisfeitos com o que temos.
36. Três coisas que reparas de imediato no sexo oposto: Não sei… talvez o cabelo, os olhos e a roupa. O que não quer dizer que lhes dê total importância, é apenas o que ressalta numa primeira impressão.
37. Onde está o teu telemóvel? Estão os dois aqui ao lado.
38. O que foi a última bebida alcoólica que bebeste? Acho que provei um vinho qualquer que a minha mãe bebeu. Mas não bebo, normalmente. Só uns goles de champanhe.
39. Qual é a tua cor favorita? Azul. Mas gosto de todas, vá.
40. Qual foi o último filme que foste ver ao cinema? Em Roma. É engraçado, uma comédia romântica. Mas nada de especial.
41. Que música estás a ouvir? Neste momento, nenhuma.
42. Quem foi a última pessoa com quem falaste? A minha mãe. Mentira... isso foi pessoalmente. Ao telefone, falei com o Manuel (actualização: agora foi com o Tiago). No MSN, com o Pedro C.
43. Usas que champô? Herbal Essences, acho eu.
44. Mais velha, do meio, mais nova ou simplesmente uma criança? Hein? Não percebi, mas enfim. Simplesmente uma criança parece-me bem.
45. Quem admiras? Muita gente.
46. O que te faz mais feliz? Muita coisa... Oh, pronto: boas conversas, sorrisos, um bom filme – romântico e tal - ... Escrever, dormir, conversar. Coisas assim.
47. O que é que odeias? Odeio o fumo do tabaco, a hipocrisia, o facto de as pessoas não agirem quando o podem fazer. A cobardia. O que não quer dizer que, muitas vezes, não detenha estas características... é a vida.
48. A tua mulher perfeita? Homem, pode ser? Opá, não acredito que possamos definir uma coisa destas. O que é ideologicamente perfeito nem sempre é o que, na realidade, se torna perfeito aos nossos olhos. Acho que é o comum... um rapaz / homem que respeite, confie e se interesse verdadeiramente pela minha pessoa. Não é o que todos queremos?
49. Se pudesses mudar uma coisa em ti, o que mudarias? Algumas atitudes, algumas coisas físicas.
50. O melhor tipo de festa? Uma em que as pessoas se divirtam.
51. O que te vês a fazer daqui a 10 anos? Gostava de me ver por aí na rua a exercer a bela profissão de jornalista... ou atrás de uma secretária a escrever que nem uma maluca.. ou a fazer qualquer coisa totalmente diferente, mas que fosse o que, na altura, me fizesse feliz. Embora me veja, talvez, atrás de uma caixa de supermercado, ou debaixo da ponte, ou outra coisa assim.
52. Bebida alcoólica? Não bebo.
53. Shot? Não.
54. Perfume? Uso aqueles frasquinhos piquenos da Sephora, diversos cheiros. São bons ;)
55. Filme? Muitos, muitos, muitos mesmo. De diversos géneros. É impossível enunciar cinco ou seis, quanto mais um.
56. Sítio? Aquela coisa – uma espécie de toldo – de madeira, no Parque das Nações, lá no meio do jardim em frente aos restaurantes, rodeado de vegetação, onde há um pequeno banco. Tão calmo, tão singelo. Haverá sítio mais perfeito?
57. Número? 28.
58. Mês? Dezembro, talvez. É um bom mês.
59. Gelado? Stratciatella à colher.
60. Dia do ano? 25 de Abril.
61. Flor? Papoila.
62. Já alguma vez fizeste um papagaio voar? Um papagaio de papel, certo? LOL. Já, quando era pequena, na praia.
63. Alguma vez comeste um cachorro quente? Claro que sim. Há dois dias foi a última vez.
64. Alguma vez bebeste leite do pacote? Acho que não.
65. Alguma vez ganhaste um concurso de soletrar? Não.
66. Alguma vez tiveste na casa de banho do sexo oposto? Acho que sim, mas não me lembro.
67. Curtiste com alguém em frente a uma multidão animada? Não.
68. Já alguma vez amaste alguém de verdade? Depende do amor. Mas acho que sim.
69. Alguma vez partiste um osso? Não.
70. Alguma vez cantaste num palco? Cantar não. Dançar, falar, representar, sim.
71. Alguma vez caíste duma cadeira? Já, quase de certeza!
72. Alguma vez ficaste com a língua colada a um gelo? Possivelmente..
73. Alguma vez fizeste bumgee jumping? Não.
74. Alguma vez saltaste de uma rocha? Já devo ter saltado.
75. Alguma vez flashaste alguém? Não sei o que é isso o_O
76. Alguma vez choraste p’ra te safares de sarilhos? Talvez, quando era criança. Mas recentemente não.
77. Alguma vez jogaste strip poker? Só póquer sem strip.
78. Beijaste alguém que não conhecias? Na boca não, na cara sim... quando conhecemos alguém que nos é apresentado, é normal cumprimentarmos lol.
79. Estiveste perto de morrer? Não, felizmente.
80. Nadaste no oceano? Sim.
81. Alguma vez levaste pontos? Acho que não. Se sim, foi só uma vez, no queixo, quando era piquena.
82. Alguma vez foste hospitalizado? Não.
83. Dia ou noite? Dia e noite.
84. Sol ou chuva? Hoje, chuva era bom. Mas sol sabe melhor.
85. Dormes com algum peluche? Dorme ao meu lado, mas não dorme comigo.
86. A tua posse que mais prezas? Neste momento, a carta de condução.
87. Danças bem? Hum, mais ou menos.
88. Já alguém, para além da tua família, te disse que te amava? Sim, sobretudo amigos.
89. Quantos piercings tens? Nenhum.
90. Diz o nome de 5 coisas que estejas a usar: Óculos, camisola, calças de pijama, soutien e cuecas. E não há mesmo mais coisas, que está calor.
91. Alguma tatuagem? Não.
92. Que tipo de bêbedo és tu? Não sou bêbada.
93. Gostas de ti? Sim, pode-se dizer que sim. Embora não goste de algumas coisas.
94. Beijos, ou abraços? Beijos e abraços. Mas sobretudo abraços, calorosos.
95. A última pessoa que abraçaste: A minha mãe...? Provavelmente.
96. A última coisa que compraste? Duas canetas giras na Ale-Hop.
97. A última pessoa que te mandou uma sms: O Jorge Pontes (aka George Bridges).
98. A última vez que tomaste banho: Hoje de manhã.
99. És demasiado tímido p’ra convidar alguém p’ra sair? Sim, acho que sim.
100. O que estás a pensar? Numas peças de áudio que tenho de fazer para o Espalha-Factos, no episódio da Anatomia de Grey que está a dar na Fox Life, nas notas dos exames e no que quinta-feira poderá representar. Sempre a pensar em mil coisas ao mesmo tempo.
101. A melhor maneira para que alguém saiba que gostas dela é…? Seria... dizer-lhe logo. Mas falta a coragem e a certeza. O melhor mesmo, na minha opinião, é mostrar-lhe. Embora nem sempre resulte.
102. Tu sabes que eu gosto de ti, se…? Às vezes engano-me, por isso é melhor estar calada.
103. Gostas de chocolate? Sim, é um guilty pleasure. Muitas barras de chocolate.
104. Quanto dinheiro tens? Na carteira devo ter uns dez euros e moeditas. Mais o cartão de crédito, que não sei exactamente quanto tem, mas também não vou tentar saber para esborrachar aqui.
105. Onde te queres casar? Na Quinta das Lágrimas, em Coimbra. É um sonho de há já algum tempo. Mas se não for aí será noutro sítio qualquer, igualmente belo. Isto, claro se me casar. Também pode não acontecer.
106. Falas alguma língua para além da materna? Inglês, un peu de francês e un poço de espanhol.
107. O que queres ser na vida? Durante muito tempo, quis ser Jornalista. Agora não sei... há tanta coisa por aí, tantas oportunidades. Mas tenho tempo para pensar e para mudar de opinião. Em sentido mais lato, quero ser alguém feliz e capaz de fazer os outros felizes. Fazer alguma coisa para mudar o mundo e torná-lo melhor.
108. Preferias morrer queimada ou afogada? Durante o sono, pode ser?
109. Preferes dar ou receber uma massagem? Dar. Normalmente, as que recebo não são muito boas ahah.
110. Há algum Tiago no teu circulo de amigos? Sim, acabei de falar com ele ao telefone. E ainda há outro, que por acaso foi o que me deu a conhecer este questionário. Círculo de amigos twitterianos / tertulianos, entenda-se.
111. Beijaste alguém no teu círculo de amigos? Num sentido mais coise, não.
112. Com quantas pessoas do teu círculo de amigos já estiveste bêbeda? Com nenhuma, nunca estive.
113. Guardas rancor? Em relação a algumas coisas, sim, é inevitável. Mas tento não guardar.

free to fly

Um dia alguém disse que abrir a porta e deixar alguém entrar na sua casa é como deixar essa mesma pessoa / coisa entrar na sua vida.
Caíste-me pela chaminé abaixo, qual Pai Natal que vem entregar os presentes. Fizeste barulho, alarmaste o gato. Começaste a bater no vidro da lareira, a querer sair. À procura de liberdade. Estavas preso num lugar em que não pertencias. Um lugar estranho, frio, assustador, que de dava arrepios a toda a hora. Querias voltar a subir pela chaminé, mas não conseguias. O caminho era demasiado difícil de percorrer, as tuas asas de criança não to permitiam. Choravas em silêncio por o que te estava a acontecer, por ansiares pela liberdade que tiveras, outrora, e que agora parecias não conseguir recuperar.
Por tudo isto, quando te abri a porta da lareira, não hesitaste em fugir dali para fora. Voaste-me pela sala como uma alma perdida, querendo encontrar a porta aberta para a rua, que te devolveria a liberdade perdida. Encontraste-a algum tempo depois e fugiste para sempre. E tornaste-te apenas um pardal, que anda por aí a divagar sem sentido. Ou talvez não.
Que isto sirva de metáfora para muitas coisas.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

cold cold heart

É tipo guerra fria. Já o tinhas percebido, mas dar-lhe nome é outra coisa. Guerra fria e bastante fria. Mas com nuances. É unilateral. É intraestática. É pessoal. Uma espécie de crise interna, mas que sente influências do exterior. E sobretudo que tem umas fases esquisitas de quando em quando.
Começou por ser uma coisa de grande tensão. Mais uma vez, é tipo anjinho contra diabinho, um diz para realmente ficares atenta, não deixares passar a oportunidade, arriscares; o outro diz 'não arrisques, olha que depois ficas desiludida com uma coisa tão parva como esta'. E claro, o diabinho ganha sempre estas batalhas. Estupidamente, mas ganha. 
Começam os conflitos localizados, internos (claro que a metáfora nem sempre resulta na perfeição, dêem um desconto), e a tensão realmente cresce. É aquela dor no peito que vocês conhecem. Que todos conhecemos. É um certo peso, apesar de, enfim, a coisa não ser tão grave como parece. Não pode ser tão grave. Como o poderia ser, se...? Hmmm.
Depois há o desanuviamento. Esta tensão desvanece-se ligeiramente, ouves o anjinho e segues com a tua vida. Não te importas tanto, não te deixas abater da mesma forma. Quase esqueces que existe, que supostamente devia tratar-te melhor do que o faz na verdade, que deviam falar mais vezes, que aqueles bons momentos passados desapareceram. O facto de desaparecerem ajuda-te a ultrapassar a coisa. Um bocadinho, pelo menos. Porque há sempre alguns picos se tensão a que não consegues escapar.. os mísseis de cuba e o muro de berlim. Momentos esses que são muito fortes emocionalmente.
Mas depois vêm os momentos de recrudescimento da tensão. São, de novo, pequenos picos de alegria, de emoção, de esperança, que te fazem voltar a ouvir o diabinho. De repente, tudo volta... a voz do diabinho, a tua desilusão, tudo o que te faz amar e odiar, ao mesmo tempo, sem saberes como nem porquê. As emoções estão à flor da pele e não podes fazer nada para o impedir. São mais fortes do que alguma vez o foram.. já não é uma coisa tipo flash, como no início, que te leva a pensar na possibilidade. Ela já está consumada, já estás demasiado presa para conseguires livrar-te da teia em que te meteste. Esquece, estás lá para ficar e não conseguirás sair tão depressa.
Resta-te aguardar pela última fase, em que tudo terminará - bem ou mal, para ti - e que te permitirá, efectivamente, seguir em frente. Claro que tanto pode ser positiva, o que seria bom sinal..., ou negativa, o que quereria dizer que as coisas não foram favoráveis e que o esforço não valeu a pena. Pensa na primeira hipótese. Embrenhada como estás, não tens outro remédio. Deixa-te levar. Acredita. Acredita na ínfima possibilidade de poderes sair vitoriosa desta batalha. De seres os EUA, de conseguires destruir os alicerces da URSS, por via pacífica, e de, no final, tudo acabar bem entre vocês, e ele perceber que realmente esta guerra fria, interna e desgastante, não passou de uma inutilidade do destino. Ou então acredita que, apesar de toda esta guerra fria, vais acabar bem, sem remorsos... que apesar de não ser assim tão positivo, tens outras coisas a que te agarrar. Que podes continuar, olhando para trás e aprendendo com os erros. Dando ouvidos ao anjinho. De qualquer forma: resta-te esperar e ter esperança.