terça-feira, 29 de junho de 2010

what 'you' do to me


... ir no pópó, a guiar, sozinha, no meio da estrada, totalmente dependente dos ensinamentos do senhor tavares no yaris, a pensar na vida, a tentar estar atenta aos sinais, a olhar para os espelhos, a pensar no caminho a seguir, e a cantar e ouvir música a altos berros. Acreditem, não há sensação melhor <3

pushhhhh the button

Casa da Raqueló, encontro fofinho com singstar e gomas à mistura!
Béubéu e Inêsó em jogo também :p
Lá tirámos alguma 'mania da vitória' à Raquéu, a Inês arrasou a tarde toda e eu e a Béubéu expectámos os duelos entre as duas manas... o buda, por seu lado, só queria era atirar-se às gomas! estava todo maluco, o cão. Aquele cachecol de Portugal ficava-lhe a matar, pena não ter dado sorte, oh well.
E jogar farmville ao mesmo tempo? isso é que é :p suas viciadas pááááááá. E a Raqueló já era uma vadia quando era criança, aquele olhar maroto das fotos não engana! - foi um 'recordar o passado' engraçado, digamos a verdade.
Agora, canta 'I don't feel like dancin'' não é muito agradável x) Dá cabo das cordas vocais, é impossível atingir as notas e a pontuação é pésssssssima, obviamente. Jardins Proibidos rullou no singstar que foi uma coisa doida! A Raqueló sempre a fugir das fotos, a maltratar o buda, a pôr a bandeira nas costas para ver se dava resultado :p Ah, é de referir o maravilhoso sofá com suporte para os pés, adorei.
Já agora... como é que a outra tem namorado? ahah foi um momento de perplexidade justificada. E como é que aquela mulher que tinha 46 anos e parecia tão velha ficou tão charmosa de repente? Milagres acontecem todos os dias, right?
Isto é assim, quando uma coisa corre mal, neste caso a nossa derrota com a Espanha, temos de ter em conta que há sempre bons momentos a recordar e a preservar do mesmo dia. E este foi um deles :D

sexta-feira, 25 de junho de 2010

drive me home : )

Mais um desejo para 2010 cumprido...
Carta de condução: check! :D
Depois de um dia cansativo e recheado de aulas de condução, finalmente trouxe a cartinha para casa (salvo seja, que ficaram lá 24 euros para ela ser emitida e enviada para a minha casinha). Foi divertido, confesso. Sobretudo entrar em ruas de sentido proibido (oi?), não ver cedências de passagem e esquecer outras pequenas coisas mesmo no último percurso antes do exame. Foram cinco percursos, sempre ali a alternar entre eu e o Pedro (rapaz que foi comigo fazer exame), sempre a ajeitar bancos e espelhos, sempre a retomar o gosto à coisa e a tentar não atropelar nada nem ninguém (sim, porque podia haver animais!).
Mas no geral foi agradável. O cigano a querer vender um relógio Armani ao Tavares (instrutor super hiper mega porreiro, da beira baixa, um amor de pessoa!), o homem a cortar relva para dentro da rotunda, aquele cruzamento em que nunca víamos o sinal de cedência - exactamente porque ele não existia!), os semáforos infindáveis, o suor todo entre as costas e o banco do nosso amoroso yaris. Vou ter saudades daquele popó.
E foi um bom almoço - já se sabe que Chelas não é a coisa mais bonita de Lisboa, mas lá encontrámos uma espécie de restaurante para almoçar e acalmar os nervos antes dos exames... acho que resultou! E o Pedro lá foi carregar no computador do sorteio e calhou-nos o percurso mais fofinho de todos ahah. Tivemos uma sorte tremenda, é o que é. Ainda bem, O examinador também era simpático, apesar de mal ter aberto a boca. Depreendemos que isso era bom sinal. Ah, outra confissão: acho que os nervos eram ainda maiores quando eu ia atrás (já depois de fazer o exame, que parecia ter corrido bem) e ele à frente, naquela: "não faças isto", "faz isto", "não te esqueças disto". Durante o exame era mais olhar para o espelho e para a cara do Tavares, para ver se ele não queria dar umas dicas! LOOL.
Passámos, ambos. "Saúde e felicidades", ou algo semelhante, foram os votos do homemzinho (senhor engenheiro? o meu avô estava preocupado era com o que eu eu ia chamar ao homem... xD). Give me a hi5 :P Foi uma sensação boa, depois de tantos meses aqui a cirandar, e agora ter finalmente a confirmação de que podemos guiar os nossos pópós e seguir com as nossas vidas, agora com carrooooooo. Mas ao mesmo tempo é estranho abandonar o belo yaris e as aulas do senhor Tavares. E o centro de exames, e Chelas, que se nos tornaram tão familiares :P
Se tudo correr bem, nunca mais lá voltaremos! Isto só para dizer que o Tavares trouxe o carro para a nossa city e o Pedro parecia instrutor dele, como quem está a meio de uma aula... instrutores muito novos, é o que é! Não.. isto para dizer que, enfim, já tenho a cartinha e já posso guiar. Mãe, confiança em mim, tá? Não mato ninguém e prometo tentar não me enganar com as vias e as cedências e tudo o mais. Well.. daqui a uns dias faço uma viagemzita curta, e daqui a uns longos longos dias falo uma mais longa... See you around! :)

terça-feira, 22 de junho de 2010

stop crying your heart out

Sabe tão bem poder começar a ler um livro - um livro a sério, não daqueles que somos obrigados a ler para a escola - e não ter mais nada para estudar...
Férias!
Ok, podem não ser definitivas. É a tal coisa, uma pessoa nunca sabe os resultados e vai ficar na expectativa até ter a certeza absoluta de que aquele desejo se vai concretizar. E caso tal não aconteça, ainda será preciso voltar a tentar, e tentar de novo, e uma outra vez, as que forem precisas para conquistar o que queremos.
E depois ainda falta a outra prova, derradeira também, em poucos, dias, relacionada com a minha mobilidade (e fiquemos por aqui). Quanto a essa estou mais insegura, mas logo se verá. É tudo na mesma semana, que vida. Mas fériasssssss :D
É estranho, sinto que não tenho nada para fazer. Há que regressar ao EF e fazer tudo o que não pude fazer nos últimos meses. Há que pôr as coisas em ordem, aproveitar para dormir, ver o 5, ver filmes, ler, descansar e pensar na vida. Porque é sempre bom pensar na vida.
Reparo quanto ao dia de ontem: fazer exame de História durante o jogo de Portugal, estar lá dentro e não poder saber o resultado, estar lá dentro a procurar um estado de concentração e ouvir vuvuzelas.. opá, senhores do GAVE, do Ministério e afins, podiam ter-nos discriminado menos (sim, nós de humanidades não somos ninguém e tal) e posto o exame de manhã juntamente com todas as outras pessoas. Não?
Desculpem o desabafo. Ah, e já agora, reparai no novo template! :D
gosto desta nova funcionalidade do blogger.
One more thing: a Ritinha enviou-me um postal todo fófi, com o Galo de Barcelos a tomar banho juntamente com um patinho de borracha! *-*

quinta-feira, 10 de junho de 2010

dreams and nightmares

Já fizeste os exames e ultrapassaste sem grande expectativa a fase de espera pelos resultados. Correram-te bem, achas, por isso estás relativamente confiante. Nem te lembras do que viste nos critérios do gave, se é que viste.. essa parte está um bocado esfumada na tua mente. De qualquer forma, chegou o dia. É hoje que sabes os resultados. Chegas lá e sentes o nervosismo habitual, talvez com um peso maior por causa da faculdade. Mas manténs-te confiante... até chegares à pauta e veres os resultados. Nem percebes bem, à primeira, se viste os valores certos. Aliás, esperas sinceramente que não. Mas a verdade é que viste. Um redondo 5 a História e um igualmente mísero 11,5 a Português. Lá se vai a tua média, por água abaixo. Lá se vai a FCSH e o teu sonho de seres caloira de CC naquela faculdade. Lá se vai a tua vida, como que por um cano abaixo. E como canos rotos brotam também os teus olhos as mais malogradas lágrimas de sempre. De frustração, de revolta, de incompreensão, de verdadeira tristeza. De perda. Sentes-te inconformada.. como é possível teres aqueles resultados, depois de tudo o que estudaste e de todo o esforço que empregaste neste teu sonho do momento, nesta tua necessidade e desejo para 2010? Choras como se não houvesse amanhã. Pensas ligar para aquelas pessoas, as que tinham para ti expectativas e ficaram igualmente desiludidas com os teus resultados. Mas a vergonha cobre-te o rosto e preferes deixar esse momento para mais tarde. Agora, nada mais te ocorre do que chorar. No entanto, ao contrário do que deviam, as lágrimas não te trazem a purificação desejada. Bolas.. terão sido os critérios? Como foi isto acontecer? O desespero toma conta de ti.

E como se tudo isto fosse real, sonhas e sentes e vives e desesperas, tomando aquele dia como presente. Mas acordas para a vida e ergues os dois braços, destapando-os do lençol e aproveitando para os espreguiçar. "Graças a deus", deixas sair entre os lábios. O coração bate a cem à hora, mas lentamente volta ao ritmo normal. Tudo não passou de um pesadelo, Raquel. Descansa, dorme.
E este é o resultado de um estudo que me toma dias inteiros e, pelos vistos, me anda a fazer mal à cabeça!

terça-feira, 8 de junho de 2010

that beautiful thing that you know about but never saw

'Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada —
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...'

segunda-feira, 7 de junho de 2010

spinning around

Pedro Coelho: oh Chico, esse comentário foi à Pedro Coelho ;P
Deus os livre
de saberem
os meandros desta equipa.
Raquel: vocês são muito parecidos, são
eu começo a duvidar
se o Chico existe mesmo
ou se é um alter-ego
do Pedro
tipo Ricardo Reis
Chico Noras: neste momento o pedro tem duas contas no msn ligadas
e está a escrever pelas duas
exacto
Pedro Coelho: exacto
ahahahahahahah
adorei!
Raquel: por isso é que vocês não falam ao mesmo tempo
existe sempre um intervalo temporal a separar
Pedro Coelho: Foi instantâneo
aquele exacto
provou tudo
vocês ignoraram
Chico Noras: e agora para dsfarçar escreve assim na conta do "chico"
ah eu existo mesmo!
Pedro Coelho: mas o exacto entrou ao mesmo tempo
Raquel: é a tua capacidade
de escrever com as duas mãos!
Pedro Coelho: é é
deixei duas janelas
e cliquei enters.


Estas são as conversas mantidas durante as reuniões do Espalha-Factos.
Com uma certa influência pessoana e dos seus heterónimos.
P.S. - O facto de saírem do MSN quase ao mesmo tempo só veio comprovar a minha teoria!
E aquela relação íntima existente entre eles também me pareceu muito forçada,
ali há gato.

sábado, 5 de junho de 2010

absolution

Dualidade. Dicotomia.
Dizes que sentes com a razão, mas mentes.
Dizes que o coração não te serve de nada, que só entretém a tua pobre mente.
Mas mentes.
A dor é ainda maior por vir da mente e por não a quereres sentir.
Por a quereres fingir e não lhe conseguires fugir.
Mas por outro lado o coração traz-te outra realidade
essa talvez um pouco fingida
mas daquelas que te traz uma alegria tal que nem queres saber.
Sabe-te bem, é só o que importa.
E por isso deixas-te levar, como que pela maré.
Enganado pelo coração, agora sim.
Mas feliz.
Tens de aguentar com ambas, embora possas preferir uma ou outra.
Estás livre para escolher.
Com o coração ou não.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

you will leave a mark :)

Ao telefone com a lendária Rita Mendes:
- em conversas sempre interessantíssimas, como este blog já teve oportunidade de provar centenas de milhares de vezes... -
(a propósito de a blitz dar muitas notícias de fofoca)

Rita: Mas o que é que me interessa saber que a rapariga estava nua? Se as mamas dela dessem música...
Raquel: Era fixe, tipo jukebox, carregava-se e começava a tocar...

Risos. Más companhias. Más (ou boas?) influências. Rosinha ***
Postalinho fofo :D

if today was your last day

Agora que o fim se aproxima
agora que está a acabar
agora que começo a pensar na vida depois disto
e apesar de querer sair, continuar em frente, abandonar...
apercebo-me finalmente de uma coisa:
vou ter saudades.
Do secundário, desta vida, de tudo isto.
Das conversas e dos desenhos das aulas de inglês
de ver o prof de macs a passear no pópó novo
das longas conversas ao telefone para acabar trabalhos
das aulas de otl em que não se fazia nada
dos intervalos à porta do G ou a passear pela escola
das aulas de educação física, do espírito de grupo
das dores nas costas, nas pernas, nos braços e afins
das aulas e da professora má que nós sabemos
e da outra burra que nós também sabemos, embora em menor grau
do chico fininho, da sua simpatia e de tudo o que batalhou por nós
do filósofo e de outros afins que encontrávamos diariamente na rua
dos trabalhos de grupo, dos encontros improdutivos nas nossas casas
da azáfama dos exames, do nervosismo antes de cada teste
do dizer a matéria aos colegas no dia anterior
do explicar a matéria de história como uma novela
dos risos e sorrisos com as coisas mais ridículas
dos telemóveis a tocar nas aulas (Raquel, esta é para ti!)
da bondade da prof de inglês, das tea partys
da música dos grupos de ap, das conversas paralelas
dos cartões, de não saber deles, de sermos repreendidos por não os usarmos
de fircarmos retidos na escola a ouvir o senhor Max a contar histórias de guerra
(Guiné, crocodilos, serpentes, armas, matar para sobreviver foram alguns vocábulos)
do cheiro do refeitório
da bibliotecária, da senhora da papelaria (com o nome giro)
dos cacifos (759 ***), das casas de banho (ahah)
da longa escadaria até à sala de aula
de ouvir o tony, o leandro e o mickael (e kizomba também!) nos intervalos
das visitas de estudo, das fotografias e dos vídeos
das semanas recheadas de prazos para cumprir, da falta de tempo
do abrir a janela para entrar o sol, do bater na cara do prof
do ver os gatos e outros animais curiosos no meio da vegetação
das abelhas nos anexos, do frio que lá faz no inverno
das aulas em que não era preciso estarmos atentos
dos insultos proferidos nas salas de aula e respectivas reacções
das trocas de papéis e recadinhos
das faltas de material, das idas para o gabinete
das danças inventadas, da acrobática, dos jogos colectivos
do mikado, do stop, da forca
do projecto e dos encontros para o realizar
dos sonos curtos mas eficazes nas aulas de história
do miúdo hiperactivo a levar porrada dos colegas no intervalo
da miúda fofinha do 7º ano que observávamos com carinho
daqueles miúdos que olhávamos e dizíamos "quando for grande vai ser muito giro"
das continas que nos davam a chave para ficarmos nas salas
dos intervalos passados a conversar com professores
das longas esperas pela 110 à porta do pingo doce
das apresentações orais quando a voz falhava, ou quando não havia muito a dizer
das intervenções argumentativas e das dissertações actuais do dt
das conversas facebookianas e das aulas de condução
da Rússia, do Hitler, do Freud, do Baltasar e da Blimunda
dos dias de chuva sem chapéu ou capuz
dos concertos, das agregações na biblioteca
do entrar na casa de banho das profs, no A
do subir ao gabinete a direcção sem pedir autorização
do ir à escola ver as notas dos colegas
do ir ao bar comer uma merenda folhada com a Ana
das idas ao japonês e ao chinês com as friends
do encontrar antigos amigos e lembrar o passado
de pedirem o meu afia, folhas, elástico para o cabelo
dos horários excelentes e do outro não tão bom assim
do ficar na escola quase até às 7 da noite
do chegar atrasada, dos atrasos que interrompiam as aulas
das vendas de rifas, das compras de rifas
dos casais de namorados sempre a mudar
das mudanças de salas, dos quadros sem caneta
dos retroprojectores, do projector da prof de inglês
do pingo doce, da correria às 18h20 e nos intervalos para comer
das longas filas de espera na papelaria e afins
até mesmo da comidinha feita pela avó. LOL.
Claro que algumas destas coisas não têm necessariamente de terminar, e que algumas delas, até, continuarão ou deverão repetir-se daqui a uns meses, quando ingressar na faculdade. Mas tudo vai ser diferente. Algumas pessoas serão outras, o local será outro, o ambiente será diferente... e mais do que isso, nós estaremos diferentes. E por isso mesmo - e apesar de dizer sempre que a faculdade é que é e que não quero mais andar nesta escola, etc, etc, e de já ser um pouco tarde para perceber isto - ...
vou ter saudades do secundário :)
(permanecem as boas memórias ****)

quinta-feira, 3 de junho de 2010

one of those things

Ontem foi dia da criança e andámos a recordar os maravilhosos 90s, foi bonito :)
Hoje foi um dia mais adulto e responsável, levei a Isabel Béubéu
a passar de pópó :P aula de condução olé
um dia destes ainda havemos de ir comer caracóis com o Tavares ahah!
Enquanto isto, a Raquéu beleléu é o lobo mau,
a Isabel é a Capuchinho vermelho
a Ana é a avozinha
e eu sou o cestinho 8-)
só coisas queridas.

Andei a enviar postais em atraso
e um deles seguiu para a Ritinha
que está em ohp à espera da surpresa :p
e ando a "vender" o postcrossing ao pessoal todo que é uma alegria.

Ainda sobre aulas de condução e afins:
quando digo que vou conduzir, TODA A GENTE me diz o mesmo...
"e vais andar onde? é para eu ver se não saio à rua"...
mas porquê??? ou me conhecem muito bem ou muito mal :p
ninguém tem confiança nas minhas capacidades
e nas do instrutor mais "deixa passar" do mundo!
Para além de que as pessoas (peões, termo técnico, embora tecnicamente
também possam ser cães e outros animais)
se atiram, literalmente, para o meio da estrada
quando eu estou a passar :|
Kamikazes, suicidas de um raio. Diz o T:
"deixa lá Raquel, se eles tivessem que morrer já tinham morrido!".
Não é porreirinho? Portanto, se atropelares, a culpa é deles...!

Isto e fazer planos para as férias de Verão, é uma coisa linda.
Em Agosto vamos (eu, Rita, Inês, etc) ver o Jamie Cullum (*_*)
a Albufeira. Não sei como, mas dêmos isso como combinado :p
E quero combinar uma semaninha na terrinha, com o pessoal fofo todo.
E os namorados também podem ir... a casa não é gigante, mas arranja-se.
Só quero pouca marmelada, tá? - disse. A amizade é que conta :))))
E o Pedro diz logo que nós, solteiros, nos diivertimos à nossa maneira.
Ou seja, com menos marmelada! Não deixa de ser a diversão totaaaaaaal.

Antes que me esqueça: a Raquel é um leprikon, uma fada avatar, é admitido pela própria.
Conversas engraçadíssimas de aula de inglês.
Olha bem para a tua folha, rapariga. Toda rabiscada!
De cima a baixo, da direita para a esquerda e em todos os sentidos possíveis.
Se elas.. Lilo e Stitch...
nós... papuça e dentuça *-*
os teeth todos à mostra, yeah yeah.
Vocês são tão porreiros, pá. Mes amis =)