quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Água. Gaseificada.

Há coisas muito parvas. Hoje senti várias na pele… sendo a pior delas, sem dúvida, a que vou relatar de seguida.

Estava calor. Muito calor. E não tínhamos águas frescas para beber e matar a sede desmedida que sentíamos. Claro, não fomos de modos. Entrámos num café e perguntámos se havia água fresca, em garrafas. Disseram-nos que não, Já íamos a sair, quando vimos um mini frigorífico repleto de garrafas de água, relativamente frescas. Obviamente, fomos lá buscar duas garrafas e pagá-las. A sede é tramada, e o calor cega-nos um pouco.

Por acaso eram mesmo garrafas de água. Mas mal comecei a beber, apeteceu-me cuspir tudo. Era água gaseificada. Para ser mais específica (e sem querer fazer publicidades): Luso Fresh, água mineral natural gaseificada. Apesar disso, e tendo em conta a sede que tínhamos, não soube assim tão mal. Foi o que se arranjou. E pudemos até alistar as grandes vantagens da ingestão daquela garrafa de 25 centilitros. Aqui ficam elas:

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Primeiro que nada, é óptima para a digestão. Ajuda imenso à absorção das comidas, no nosso caso, da pizza que almoçámos, e tira qualquer má disposição que pudemos estar a sentir.

* Em segundo lugar, e sobretudo num dia de calor como este, é óptima para hidratar o corpo e matar a sede, até porque o gás faz com que não sintamos tanta necessidade de ingerir mais água.

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Por fim, e por ser mineralizada, faz bem à saúde. E ajuda a combater bactérias e outros vírus (como a gripe A…). Ok, confesso… esta foi a parte semi-inventada. Mas é um bom argumento na mesma!

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