sábado, 21 de março de 2009

CIRCLES

A falar no diabo… e as queijadas a aparecerem! Como recompensa por uma semana de loucos. Comi duas, e souberam bem. Ainda há mais à minha espera. Quanto ao dia em si, nada de especial a registar. A minha cadela, Lita, foi à tosquia. Está com o pelo preto cortado, toda fofa e querida. Um Marley em ponto pequeno, mais burra e pegajosa, mas ainda assim um bicho simpático para se ter em casa e fazer companhia, especialmente quando está lavada e bem cheirosa. Só apetece agarrar e fazer festas.

Quis escrever qualquer coisa, durante todo o dia… mas não estava suficientemente inspirada para o fazer, não me vinha nada à cabeça, não consegui arranjar um tema sobre o qual divagar durante horas. E isso é uma das muitas coisas que me tiram do sério: não conseguir escrever, quando escrever é das poucas coisas que faço bem e gosto de fazer. É a história da minha vida. Nas férias espero ter melhor sorte. E no futuro, então, nem se fala.

Ainda estou a esvaziar o cérebro de Descartes e David Hume, do teste de Filosofia, para além da família Maia e das cidades médias, dos restantes testes da semana. Espero não esvaziar totalmente, porque sempre pode dar jeito para outra altura, mas esvaziar um bocadinho também dá jeito para entrarem novas coisas. E eu preciso que entrem outras coisas. No entanto, o que mais recordei foi a aula de História de ontem, na qual a minha professora (embora não pareça muito simpática, é uma excelente explicadora de factos históricos) desenvolveu de forma sintética uma explicação lógica para a crise financeira que o mundo está a atravessar. Devemos culpar o capitalismo industrial, a liberdade de concorrência, por estarmos na situação em que estamos, mas não se compara (pelo menos ainda) à grande crise económica de 1929. Gostei de aprender mais sobre isso.

Passei a noite a ver um filme antigo, bastante comprido, como o eram na época. Antigo para anos 40, ou seja, relativamente velho. Mas gosto de ver e de recordar um passado que não vivi. Gosto de conhecer o cinema da altura, do início do século, de meados do século, e ver como as coisas mudaram em relação ao novo milénio. E mudaram muito. De resto, esta ‘coluna’ diária não põe oferecer muito mais, pois a minha vida não é estimulante e aventureira como muitas. Digamos que é apenas confortável, quando o é. Simplesmente escrevo sobre o que acontece, e como não acontece muito… Vamos esperando dias melhores. E, de preferência, com queijadas.

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